sábado, 28 de abril de 2012

O que é mais importante para o crente: os dons espirituais ou o fruto do Espírito


Depois da conversão a Cristo, o novo crente recebe o Espírito Santo em sua vida (Jo 20.22; 1 Co 3.16; Rm 8.9). Daí por diante, o caráter de Jesus vai nele sendo moldado (Gl 5.22). E, além de desfrutar desse privilégio, pode também receber o dom do Espírito que, em outra acepção, chama-se de "batismo com o Espírito Santo" (At 1.5). Após este batismo, o salvo, conforme a vontade desse mesmo Espírito, pode ser tremendamente usado com os dons espirituais (1 Co 12).

A despeito de os dons espirituais serem eficazes à Igreja de Cristo, segundo as sacrossantas páginas, eles são temporais. Leia com atenção:

“Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos e não tivesse caridade [amor], seria como o metal que soa ou como o sino que tine... A caridade [amor] nunca falha; mas, havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá...” (1 Co 13.1-8, grifo meu).

Sendo provisórios, esses dons jamais podem suplantar em valor o fruto do Espírito Santo, que é eterno e desdobrado em nove virtudes:

"Agora pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade [amor], estas três; mas a maior destas é a caridade [amor]. Mas o fruto do Espírito é: caridade [amor], gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei (1 Co 12.13; Gl 5.22, 23).

Pensando em ser o máximo objetivo, limitei-me a discorrer até aqui, posto crer ter atingido o real objetivo proposto pelo tema. No entanto, para quem cultiva estudar sempre mais as Escrituras, deixarei outras referências bíblicas sobre o assunto (1 Co 12-14; Rm 7.7-25; Mt 12.33; Lc 8.15; Jo 15.16; 2 Pe 1.4-8).

Em Cristo Jesus,

João paulo M. de Souza 

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